

GRUPO TEATRAL

QUEM SOMOS
O Grupo Teatral Junto e Misturado Iniciou suas atividades em abril de 2016, coordenado pelo professor de teatro, ator, diretor, Luide Prins, formado pela Universidade Federal da Bahia.Todos os atores e atrizes, são moradores do bairro da Itinga, em Lauro de Freitas-Ba, são jovens com idade entre 14 e 18 anos, que vislumbram uma carreira artística dentro do teatro. O grupo fortalece o folego desses jovens que resistem pelos seus sonhos. A primeira produção do grupo foi “Zambi” em 2016, o espetáculo foi selecionado para a 18° edição FETO (festival de teatro estudantil) em Belo Horizonte- MG, o espetáculo já participou também FESTAC – II Festival Estudantil de Salvador - 2017, FENATIFS – 10° Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana – 2017, MARCO das Artes Cênicas – 2018, XISTINHO – 8° Festival Infantil do Espaço Xisto Bahia-2016. Em 2018 O espetáculo infantil “Feche os Olhos”, e no final do segundo semestre de 2018 estreou o espetáculo, A rede: Memórias Compartilhadas, que participou FESTAC – III Festival Estudantil de Salvador - 2018, o espetáculo também recebeu uma indicação ao Prêmio Braskem de Teatro 2019, na categoria revelação pela atuação de Natálie Souza. Com apenas três anos de existência o grupo já alcançou espaços inimagináveis, e continua seguido com seus estudos e fortalecendo parcerias com grupos de todo Brasil .
"O grupo teatral baiano Junto e Misturado trouxe para o FETO 2018 uma discussão que
nunca sai de cena quando se trata de pautar as questões raciais no Brasil, país com
fortíssima herança escravocrata e racista. Onze atores entram no palco para performar a
resistência e a fabulação da população negra brasileira; falam, encenam e cantam o
racismo, mas acima de tudo falam, encenam e (re)criam a vida a partir de mãos negras."
Soraya Martins - FETO - 2018
"Um grito potente sobre o que se quer falar. Como podem serem tão jovens e
terem tanta propriedade em cena? Zambi é um soco no estômago. Seus atores,
apesar da pouca idade (máximo de 17 anos), estão convictos em seus discursos
pautando as questões negras, tendo como cerne a história de Zumbi dos
Palmares e se utilizando para isto, de um meta-teatro"
Por João Victor Soares - FESTAC II - 2017
















